{"id":3209,"date":"2025-07-06T19:39:35","date_gmt":"2025-07-06T22:39:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.robertonovaes.com.br\/?page_id=3209"},"modified":"2025-07-06T19:59:47","modified_gmt":"2025-07-06T22:59:47","slug":"politec-nucleo-deestudos-em-politica-desenvolvimento-tecnologico-e-soberania-digital","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.robertonovaes.com.br\/index.php\/politec-nucleo-deestudos-em-politica-desenvolvimento-tecnologico-e-soberania-digital\/","title":{"rendered":"POLITEC &#8211; N\u00facleo de Estudos em Pol\u00edtica, Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico e Soberania Digital"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Propomo-nos a investiga\u00e7\u00e3o das din\u00e2micas do desenvolvimento tecnol\u00f3gico desigual entre pa\u00edses centrais e perif\u00e9ricos, analisando os mecanismos hist\u00f3ricos e estruturais que perpetuam a depend\u00eancia tecnol\u00f3gica. A partir de um enfoque interdisciplinar \u2014 articulando Direito, Economia Pol\u00edtica, Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, Estudos de Ci\u00eancia e Tecnologia (ECT) e Teorias do Desenvolvimento \u2014, o estudo examina aspectos geopol\u00edticos, legais e filos\u00f3ficos do desenvolvimento tecnol\u00f3gico. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"http:\/\/dgp.cnpq.br\/dgp\/espelhogrupo\/819538\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Registro do Projeto no CNPQ<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O grupo possui os seguintes eixos de estudo e atua\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A Teoria da Depend\u00eancia na Era Digital<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> O presente eixo de pesquisa consiste em uma revis\u00e3o cr\u00edtica e aprofundada das principais teses cl\u00e1ssicas provenientes da tradi\u00e7\u00e3o te\u00f3rica do pensamento dependente latino-americano, com destaque para as contribui\u00e7\u00f5es intelectuais de autores como Ruy Mauro Marini, Theotonio dos Santos e Fernando Henrique Cardoso. Essas formula\u00e7\u00f5es, historicamente voltadas para a compreens\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es desiguais entre centros e periferias no sistema capitalista mundial, s\u00e3o aqui revisitadas e reinterpretadas \u00e0 luz dos novos padr\u00f5es estruturais e din\u00e2micas contempor\u00e2neas de acumula\u00e7\u00e3o global, particularmente no que diz respeito aos fluxos transnacionais de tecnologia, inova\u00e7\u00e3o e propriedade intelectual. O objetivo central \u00e9 investigar de que maneira os conceitos de depend\u00eancia, subdesenvolvimento e transfer\u00eancia de mais-valor \u2014 outrora elaborados em contextos marcados por uma internacionaliza\u00e7\u00e3o produtiva centrada na ind\u00fastria tradicional \u2014 podem ser reavaliados e eventualmente reformulados diante das transforma\u00e7\u00f5es recentes no cen\u00e1rio da economia pol\u00edtica global. Nesse sentido, busca-se examinar o papel crescente das tecnologias digitais, da intelig\u00eancia artificial e da infraestrutura de dados como vetores de reprodu\u00e7\u00e3o e intensifica\u00e7\u00e3o das assimetrias entre pa\u00edses centrais e perif\u00e9ricos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Parte-se da hip\u00f3tese de que a chamada divis\u00e3o internacional do trabalho tecnol\u00f3gico configura um novo arranjo estrutural de domina\u00e7\u00e3o, no qual os pa\u00edses do Sul Global encontram-se frequentemente relegados a posi\u00e7\u00f5es subordinadas na cadeia global de valor tecnol\u00f3gico. Isso se manifesta tanto na forma de extra\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria de dados \u2014 muitas vezes coletados de popula\u00e7\u00f5es desses pa\u00edses sem contrapartida significativa em termos de desenvolvimento local ou soberania tecnol\u00f3gica \u2014 quanto na comoditiza\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra t\u00e9cnica e qualificada oriunda dessas regi\u00f5es, cujo conhecimento e criatividade s\u00e3o absorvidos por corpora\u00e7\u00f5es multinacionais sediadas nos centros hegem\u00f4nicos, sem que haja redistribui\u00e7\u00e3o equitativa dos ganhos econ\u00f4micos ou avan\u00e7os em dire\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento aut\u00f4nomo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A an\u00e1lise visa problematizar a pertin\u00eancia e atualidade das categorias cl\u00e1ssicas para pensar os novos contornos do imperialismo tecnol\u00f3gico e da depend\u00eancia cient\u00edfica no s\u00e9culo XXI. Pretende-se, com isso, contribuir para a renova\u00e7\u00e3o do debate cr\u00edtico sobre a inser\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica na ordem global contempor\u00e2nea, integrando perspectivas hist\u00f3ricas com an\u00e1lises emp\u00edricas e prospectivas sobre os impactos socioecon\u00f4micos e pol\u00edticos das transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas em curso.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Geopol\u00edtica da Tecnologia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este eixo envolve mapeamento sistem\u00e1tico dos principais atores hegem\u00f4nicos no cen\u00e1rio global contempor\u00e2neo \u2014 notadamente os Estados nacionais mais influentes e as grandes corpora\u00e7\u00f5es transnacionais \u2014 bem como uma an\u00e1lise cr\u00edtica dos instrumentos estrat\u00e9gicos por meio dos quais esses agentes exercem controle e domina\u00e7\u00e3o no campo tecnol\u00f3gico. Dentre esses mecanismos, destacam-se as san\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, os controles de exporta\u00e7\u00e3o de bens e insumos estrat\u00e9gicos, e a defini\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es globais em \u00e1reas cr\u00edticas como as redes de comunica\u00e7\u00e3o sem fio de quinta gera\u00e7\u00e3o (5G) e o desenvolvimento de sistemas de intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O objetivo \u00e9 compreender como essas pr\u00e1ticas configuram novas formas de ordenamento e hierarquiza\u00e7\u00e3o no sistema internacional, refor\u00e7ando posi\u00e7\u00f5es de poder estabelecidas historicamente e limitando o acesso de pa\u00edses perif\u00e9ricos ou emergentes a tecnologias estrat\u00e9gicas e a mercados altamente concentrados. Nesse contexto, a pesquisa explora tamb\u00e9m o papel das institui\u00e7\u00f5es internacionais e dos regimes regulat\u00f3rios t\u00e9cnicos na consolida\u00e7\u00e3o desses padr\u00f5es, frequentemente sob a orienta\u00e7\u00e3o de interesses corporativos e geopol\u00edticos dos centros hegem\u00f4nicos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Como forma de concretizar essa an\u00e1lise te\u00f3rica e estrutural, a investiga\u00e7\u00e3o inclui o estudo de casos paradigm\u00e1ticos, como a disputa tecnol\u00f3gica entre Estados Unidos e China no setor de semicondutores \u2014 emblem\u00e1tica da luta pelo controle de cadeias produtivas estrat\u00e9gicas e da capacidade de inova\u00e7\u00e3o avan\u00e7ada. Al\u00e9m disso, examina-se o impacto das articula\u00e7\u00f5es regionais e interestatais, tais como os blocos do BRICS e a Uni\u00e3o Europeia, sobre os processos de busca por autonomia tecnol\u00f3gica e soberania digital por parte de pa\u00edses que buscam reduzir sua vulnerabilidade \u00e0s din\u00e2micas de exclus\u00e3o impostas pelas pot\u00eancias dominantes. Este vetor de estudos visa avaliar as possibilidades e limites de resist\u00eancia, coopera\u00e7\u00e3o e autodetermina\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica no interior de uma ordem internacional marcada por crescentes tens\u00f5es geopol\u00edticas e pela concentra\u00e7\u00e3o do conhecimento t\u00e9cnico-cient\u00edfico em poucas m\u00e3os. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estrat\u00e9gias de Supera\u00e7\u00e3o e Soberania Tecnol\u00f3gica<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> A presente atividade de pesquisa tem por objetivo identificar, mapear e analisar pol\u00edticas p\u00fablicas e modelos alternativos de desenvolvimento tecnol\u00f3gico que se contraponham aos padr\u00f5es hegem\u00f4nicos de domina\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica global. Dentre essas estrat\u00e9gias, destacam-se iniciativas como o fomento ao software livre, a promo\u00e7\u00e3o de capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e cient\u00edfica end\u00f3gena \u2014 isto \u00e9, baseada no fortalecimento interno de compet\u00eancias e institui\u00e7\u00f5es locais \u2014 bem como a articula\u00e7\u00e3o de parcerias estrat\u00e9gicas entre pa\u00edses do Sul Global, visando \u00e0 coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, ao compartilhamento de conhecimento e \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia tecnol\u00f3gica em rela\u00e7\u00e3o aos centros hegem\u00f4nicos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A investiga\u00e7\u00e3o inclui uma an\u00e1lise cr\u00edtica de experi\u00eancias nacionais consideradas paradigm\u00e1ticas no campo do desenvolvimento tecnol\u00f3gico aut\u00f4nomo. Casos como o da Coreia do Sul na consolida\u00e7\u00e3o de sua ind\u00fastria de semicondutores, o papel da \u00cdndia como pot\u00eancia emergente no setor de tecnologia da informa\u00e7\u00e3o e o esfor\u00e7o sistem\u00e1tico da China no registro e desenvolvimento de patentes tecnol\u00f3gicas ser\u00e3o examinados sob m\u00faltiplas perspectivas: as estrat\u00e9gias estatais envolvidas, os arranjos institucionais e produtivos adotados, os investimentos em educa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos especializados, bem como os mecanismos de prote\u00e7\u00e3o e incentivo \u00e0 inova\u00e7\u00e3o local.<br>Este eixo de pesquisa busca prospectar poss\u00edveis caminhos para uma desglobaliza\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica e emancipat\u00f3ria no campo tecnol\u00f3gico. Essa abordagem implica a reconfigura\u00e7\u00e3o de cadeias produtivas e sistemas de inova\u00e7\u00e3o rumo a maior grau de autonomia relativa frente aos circuitos globais dominantes. Nesse sentido, explora-se a substitui\u00e7\u00e3o de infraestruturas tecnol\u00f3gicas cr\u00edticas \u2014 como redes de comunica\u00e7\u00e3o, sistemas de posicionamento global e sat\u00e9lites \u2014 por alternativas desenvolvidas localmente ou em coopera\u00e7\u00e3o regional. Paralelamente, investiga-se o potencial de constru\u00e7\u00e3o de ecossistemas locais de inova\u00e7\u00e3o, capazes de integrar agentes p\u00fablicos e privados, universidades, centros de pesquisa e empresas em torno de projetos coletivos de desenvolvimento tecnol\u00f3gico sustent\u00e1veis e socialmente relevantes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Objetivos<\/h2>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Produzir diagn\u00f3sticos cr\u00edticos sobre os obst\u00e1culos ao desenvolvimento tecnol\u00f3gico aut\u00f4nomo: <\/strong>Investigar e analisar as barreiras estruturais, econ\u00f4micas, pol\u00edticas e institucionais que impedem ou dificultam o avan\u00e7o de capacidades tecnol\u00f3gicas independentes em pa\u00edses perif\u00e9ricos, com \u00eanfase nos condicionantes globais e locais que refor\u00e7am a depend\u00eancia tecnol\u00f3gica.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Formular propostas de pol\u00edticas p\u00fablicas e estrat\u00e9gias econ\u00f4micas para superar a subordina\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica na divis\u00e3o internacional do trabalho tecnol\u00f3gico:<\/strong> Desenvolver alternativas concretas de natureza pol\u00edtica e econ\u00f4mica capazes de promover maior autonomia tecnol\u00f3gica, reduzindo a vulnerabilidade e a depend\u00eancia dos pa\u00edses em desenvolvimento em rela\u00e7\u00e3o aos centros hegem\u00f4nicos de produ\u00e7\u00e3o e controle da inova\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fomentar e articular redes colaborativas de pesquisa comprometidas com a justi\u00e7a tecnol\u00f3gica global: <\/strong>Incentivar a coopera\u00e7\u00e3o entre pesquisadores, institui\u00e7\u00f5es e movimentos sociais nacionais e internacionais com o objetivo de construir um campo de conhecimento solid\u00e1rio e engajado na promo\u00e7\u00e3o de uma distribui\u00e7\u00e3o mais equitativa dos benef\u00edcios e responsabilidades da revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica contempor\u00e2nea.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Subsidiar a formula\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de ci\u00eancia, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o (CT&amp;I) em pa\u00edses em desenvolvimento: <\/strong>Oferecer an\u00e1lises, estudos e recomenda\u00e7\u00f5es baseadas em evid\u00eancias para apoiar a constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas robustas e adaptadas aos contextos locais, visando fortalecer os sistemas nacionais de inova\u00e7\u00e3o e sua capacidade de responder aos desafios socioecon\u00f4micos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Contribuir para os debates e processos de tomada de decis\u00e3o na governan\u00e7a digital internacional: <\/strong>Participar ativamente de f\u00f3runs multilaterais propondo diretrizes e princ\u00edpios para uma governan\u00e7a da internet e das tecnologias digitais mais democr\u00e1tica, inclusiva e respeitosa com os direitos soberanos dos Estados.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Articular movimentos sociais e institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas na defesa de uma agenda de democratiza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica:<\/strong> Promover a converg\u00eancia entre diferentes atores da sociedade civil e agentes estatais para a constru\u00e7\u00e3o coletiva de iniciativas que garantam acesso equitativo \u00e0s tecnologias, participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 nos processos decis\u00f3rios e uso \u00e9tico e socialmente respons\u00e1vel da inova\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Propomo-nos a investiga\u00e7\u00e3o das din\u00e2micas do desenvolvimento tecnol\u00f3gico desigual entre pa\u00edses centrais e perif\u00e9ricos, analisando os mecanismos hist\u00f3ricos e estruturais que perpetuam a depend\u00eancia tecnol\u00f3gica. 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