República

A Vila de Serinhaem, Brasil (The Village of Serinhaem, Brazil ) Frans Post Sem data · Öl auf Leinwand · ID da imagem: 136287 Pintura paisagística A Vila de Serinhaem, Brasil · Frans Post Louvre, Paris, France / Bridgeman Images

Calendário de Aulas – 2025/02 – Pensamento Jurídico-Político Brasileiro

Ementa Código: DIT 076Departamento: Direito do Trabalho e Introdução ao Estudo do DireitoCarga horária total: 60 h/aCréditos: 04EmentaIntérpretes da realidade brasileira: tradições comparadas. A brasilidade no pensamento de autores matriciais. Programação Data Conteúdo Materiais Unidade I E acaso existirão os brasileiros? 12/08 E acaso existirão os brasileiros? Hino Nacional – Carlos Drummond de Andrade Hino […]

Calendário de Aulas – 2025/02 – Pensamento Jurídico-Político Brasileiro Read More »

Calendário de Aulas – 2025/01 – História do Estado e da Cidadania

Premissas metodológicas. Polis, civitas e cidadania na Antiguidade. Ordens políticas medievais. Comunas, Renascimento e cidadania. Formação dos Estados nacionais. Revoluções e sujeito de direito. Modelos de Estado e cidadania entre os séculos XIX e XX. Totalitarismos. Estado democrático de Direito e cidadania. Especificidades do Estado e da cidadania no Brasil: império, república, ditaduras e democracia.

Calendário de Aulas – 2025/01 – História do Estado e da Cidadania Read More »

Calendário de Aulas – 2024/01 – História do Estado e da Cidadania

Unidade e Módulos Data Conteúdo Materiais 12/03 Apresentação do Curso de CE Colegiado de Ciências do EstadoSistema para envio de requerimentosNormas da UFMG 15/03 Cultura e Política FREUD, Sigmund. O Futuro de uma ilusãoFREUD, Sigmund. O Futuro de uma ilusão (áudio) 19/03 Platão – Críton PLATÃO. CrítonPLATÃO. Críton (áudio) 22/03 Platão – Críton 26/03 Platão

Calendário de Aulas – 2024/01 – História do Estado e da Cidadania Read More »

Calendário de Aulas – 2023/02 – Pensamento Jurídico-Político Brasileiro

Programação Data Conteúdo Materiais 17/08 Max Weber: A política como vocação WEBER, Max. Ciência e Política. Duas Vocações (Ler A Política como Vocação) 22/08 Max Weber: A política como vocação   24/08 Oliveira Vianna VIANNA, Oliveira. Populações Meridionais do Brasil. Brasília: Edições do Senado Federal, 2005.Palavras de prefácio, A aristocracia rural (I, II e III)

Calendário de Aulas – 2023/02 – Pensamento Jurídico-Político Brasileiro Read More »

Calendário de Aulas – 2023/01 – História do Estado e da Cidadania

Unidade e Módulos Data Conteúdo Materiais 28/03 Apresentação da Disciplina 31/03 Conceito Sintético de Civilização FREUD, Sigmund. O Futuro de uma Ilusão. Trecho. 04/04 Moral e Ética VAZ, H. C. L. Introdução à Ética. 11/04 Fenomenologia do Ethos VAZ, H. C. L. Fenomenologia do Ethos.NOVAES, R. V. O Surgimento Histórico da Ética. 14/04 Conceitos Sociológicos

Calendário de Aulas – 2023/01 – História do Estado e da Cidadania Read More »

Calendário de Aulas – 2022/01 – História do Estado e da Cidadania

Unidade e Módulos Data Conteúdo Materiais 02/05 A República de Platão – Formas de Governo O Filósofo e o Tirano – Por uma Teoria da Justiça em PlatãoRepública de Platão 03/05 A República de Platão – Formas de Governo 09/05 A Política de Aristóteles A Política – Aristóteles 10/05 A Política de Aristóteles 16/05 Prova

Calendário de Aulas – 2022/01 – História do Estado e da Cidadania Read More »

O FILÓSOFO E O TIRANO:
POR UMA TEORIA DA JUSTIÇA EM PLATÃO

Resumo A República preocupa-se com a justiça como idéia e como virtude, dentro da problemática levantada pela crise ética grega do século V a.C. Para tanto, descreve Platão a fundação de duas cidades nas quais se inscrevem os questionamentos e o saber ético de sua época, e de uma terceira, na qual verificam-se os parâmetros

O FILÓSOFO E O TIRANO:
POR UMA TEORIA DA JUSTIÇA EM PLATÃO
Read More »

Cícero acusa Catilina

República – Cícero IV – Conclusões sobre Políbios e Cícero

Argumento de Cícero sobre a origem das sociedades humanas. Argumento distinto do argumento de Políbios (utilitarista), em Cícero a convivência é da natureza humana.

“A primeira causa dessa agregação de uns homens a outros é menos a sua debilidade do que um certo instinto de sociabilidade a todos inato. A espécie humana não nasceu para o isolamento e para a vida errante, mas com uma disposição que, mesmo na abundância de todos os bens, a leva a procurar o apoio comum.” (De Re Publica, I, XXV, 39.)

Primeiros registros da palavra constituição (constitutio)com o sentido próximo ao atual.

“Cada vez parece mais certa a frase de Catão, a constituição (constitutio) da República não foi obra de um homem nem de um tempo.” (De Re Publica, II, XXI, 37.)

Direito supraestatal (natural) em Cícero:

“A reta razão (recta ratio) conforme à natureza, gravada em todos os corações, imutável, eterna, cuja voz ensina e prescreve o bem, afasta do mal que proíbe e, ora com seus mandados, ora com suas proibições, jamais se dirige inutilmente aos bons, nem fica impotente ante os maus. Essa lei não pode ser contestada, nem derrogada em parte, nem anulada; não podemos ser isentos de seu cumprimento pelo povo nem pelo Senado; não há que procurar para ela outro comentador nem intérprete; não é uma lei em Roma e outra em Atenas, uma antes de outra depois, mas una, sempiterna e imutável, entre todos os povos e em todos os tempos.” (De Re Publica, III, XVI, 33.)

Conclusões:

Para os gregos ou romanos é matar ou morrer. A civilização não é um dado como é para nós. O caos e a barbárie estão logo ali. Eles estão cheios de exemplos disso o tempo todo, nos vários povos conquistados, nas várias cidades destruídas, nos desastres naturais.

O pensamento constitucional de Políbio e Cícero influenciou as constituições modernas: divisão de poderes, direito de apelação, freios e contrapesos, necessidade de manutenação da estabilidade institucional.

A discussão não é de “grandes homens”, mas de instituições. A discussão institucional é pobre. Discutimos pessoas no Brasil.
“o esplendor das cidade dos tebanos decorreu não de sua constituição, mas de seus homens” (Políbio 338). Assim também com Atenas. Mas isso não dura: p. 339 Atenas nau sem dono

Os argumentos de Políbio e Cícero são sobretudo justificativas para o imperialismo Romano. Como temos a constituição que permitiu a conquista somos merecedores da conquista. Como somos merecedores temos o dever de conquistar.

República – Cícero IV – Conclusões sobre Políbios e Cícero Read More »

Cícero acusa Catilina

República – Estrutura da República de Cícero

Curso de Instituições de Direito Romano – Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais

Análise dos principais argumentos de Cícero na República

Livro I

Elementos do discurso persuasivo segundo Aristóteles
Ethos – Quem fala?
Pathos – Qual sentimento desperta?
Logos – Quais são os argumentos lógicos?

Cícero se põe como o sábio e o agente político capaz de discorrer e de defender a república.

Cícero como “Pai da Pátria”.

Rememoração do diálogo entre vários personagens da histórica de Roma. O principal protagonista é Publius Cornelius Scipio Africanus Aemilianus (185–129 a.C.).

Discussão sobre os “Dóis Sóis”. Analusão à divisão que divide as instituiçães romanas. Vamos falar das coisas celestes ou das coisas humanas? O que é mais importante?

Retomada dos argumentos de Políbios
Análise das formas de governo e da história de Roma
Rejeição à monarquia – Forte rejeição da cultura romana em razão da história romana.
A política não deve discutir homens mas instituições.

Discussões sobre a Justiça e o Direito

Definição de República

“É pois – prosseguiu o Africano – a república coisa do povo, considerando como tal não todos os homens de qualquer modo congregados,mas a reunião que tem seu fundamento no consentimento jurídico (consensus iuris) e na utilidade comum (utilitatis communione).” (De Re Publica, I, XXV 39.)

A república é um pacto jurídico. Há regras, há discussão das regras e consenso ao redor das regras?

República – Estrutura da República de Cícero Read More »

Cícero acusa Catilina

República – Dificuldades da leitura de Cícero – Diferenças entre Cícero e Políbios

Curso de Instituições de Direito Romano – Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais

Comparação entre Políbios e Cícero

Retomada do argumento de que os momentos históricos de Polibios e Cícero são diferentes. Políbios no auge do funcionamento das instituições republicandas romanas; Cícero, no de de decadência.

Dificuldades de leitura de República de Cícero:
1 – Texto fragmentário / incompleto
2 – Estrutura dialogal
3 – Referências a Platão

Livros mais significativos para o estudo das constituições romanas são os livros 1 a 3. Cícero retoma neles vários argumentos de Políbios, tais como:

1 – Formas de governo
2 – Transformações das formas de governo
3 – Razões do poderio romano repousa nas instituições

Os livros 4 e são muito fragmentários.
Livro 6 ficou conhecido como “sonho de Cipião”, uma tentativa de Cícero de encaixar o desenho político romano com o esquema da ordem do universo. Paralelo com o mito de Er de Platão na República.

Link para dissertação de mestrado da Isadora – Tradução dos três primeiros
capítulos da República

Cícero e Políbios falam a mesma coisa? Quais são as diferenças?
1 – Momento histórico
2 – Políbios era grego. Características ideiais e teóricas. Cícero era Romano. Características históricas e adapatadas à experiência romana. Cícero é crítico ao idealismo da cidade platônica e busca marcar sua distinção dos gregos.

República – Dificuldades da leitura de Cícero – Diferenças entre Cícero e Políbios Read More »